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UFRJ planeja mudança na identidade visual para 2015

Proposta apresentada pelo professor Marcus Dohmann, da Escola de Belas Artes, busca a criação de uma cultura visual na universidade. Alternativas gráficas serão produzidas pelo LabGraf e avaliadas pelo CSCE em fevereiro de 2015. 

Por Paulo Calmon

O professor Marcus Dohmann, da Escola de Belas Artes (EBA−UFRJ), realizou uma apresentação no Conselho Superior de Coordenação Executiva (CSCE), no dia 2 de dezembro, sobre o atual símbolo maior da UFRJ, a Minerva. Após detectar problemas na utilização da marca, além da ausência de um projeto consistente, o professor propôs que um novo sinal gráfico seja elaborado.

 

Incentivando a criação de um conjunto de normas que administrem a aplicação do logo, Dohmann apontou que existe atualmente quase uma centena de Minervas diferentes em uso na universidade. Segundo ele, a inconsistência nas aplicações dificulta o fortalecimento da identidade visual da UFRJ.

Dohmann afirmou que o medalhão da Minerva geralmente usado possui um tratamento gráfico complexo, com detalhamento elevado. Isso prejudica a legibilidade, a assimilação dos diversos elementos, e gera uma baixa reprodutibilidade, sobretudo com processos de impressão limitados para o nível de particularidades que envolvem o símbolo.

A proposta de criação de um ícone para situações funcionais visa criar uma cultura visual na instituição. Para o professor, o novo sinal gráfico deverá interagir com as representações dos diversos departamentos e projetos da universidade, preservando seus valores visuais e incentivando a utilização e identificação do símbolo com a comunidade acadêmica. Entretanto, a Minerva atual não seria descartada. O medalhão seria utilizado em situações formais e documentos oficiais, como diplomas.

O reitor da UFRJ, Carlos Levi, sugeriu que o CSCE avalie propostas para a nova marca. Os desenhos serão produzidos pelo Laboratório do Núcleo Gráfico do Departamento de Comunicação Visual (LabGraf), coordenado por Dohmann. As sugestões serão apresentadas em fevereiro, durante a primeira sessão do CSCE de 2015.