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Coppe produz material didático para Programa Jovem Aprendiz

Laboratório de Trabalho & Formação da Coppe está produzindo material didático voltado para a formação de alunos para o setor bancário.

 A UFRJ, através do Laboratório de Trabalho & Formação (LT&F) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), vem produzindo materiais didáticos para o Programa Jovem Aprendiz, que engloba várias áreas. Atualmente, o laboratório está terminando de editar material voltado para a formação de alunos para o setor bancário.  Toda a concepção gráfica, desenvolvimento e execução são feitos por estagiários da universidade.

“Nós concebemos o percurso formativo dentro do setor produtivo e desenvolvemos um material para o aluno aprendiz e outro para o educador. A partir de um convênio com a Federação dos Bancos e o Ministério do Trabalho, estamos agora terminando de produzir materiais para a área bancária. O passo seguinte é tentar um acompanhamento e verificar o retorno desse trabalho”, explica Renata Bondin, uma das integrantes do programa da Coppe.

Além de concluir esses materiais do Jovem Aprendiz Bancário, o laboratório deu início a uma nova empreitada, desta vez no setor do desporto. “Estamos em fase de redação e produção do material didático. A formação desses aprendizes demora cerca de dois anos. A expectativa é que, em maio ou junho de 2014, esses aprendizes já estejam sendo aproveitados pelos clubes e pelas empresas em função da Copa e, em 2016, das Olimpíadas”, aponta Bondin.

Após a entrega do material didático, foi criado um canal a distância para atendimento técnico. Por meio dessa plataforma, todos os participantes têm uma interface com a equipe do laboratório e também com o Ministério do Trabalho.

De acordo com a legislação brasileira, as empresas de qualquer natureza são obrigadas a empregar e matricular nos cursos de Serviços Nacionais de Aprendizagem um número de aprendizes equivalente a 5% e 15% dos trabalhadores contratados na companhia.

“Mas não basta a empresa contratar e assinar como aprendiz. Esse tipo de contrato tem uma caracterização própria: o aprendiz tem que ficar, no mínimo, 1/5 na formação teórica e 4/5 na prática do trabalho. Só no ano passado foram registrados 350 mil jovens e/ou adolescentes participantes do projeto nacional, mas isso em todas as áreas”, explica Jean Engel, que também integra a equipe do projeto.