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Encontro promove interação entre laboratórios da UFRJ

O Centro de Ciências da Saúde (CCS) recebeu entre os dias 08 e 10 de novembro o II Encontro Anual do Instituto Nacional de Biologia e Bioimagem. O evento promoveu o encontro de laboratórios do CCS, a apresentação de seus trabalhos e pesquisas.

O Centro de Ciências da Saúde da UFRJ (CCS) recebeu entre os dias 08 e 10 de novembro o II Encontro Anual do Instituto Nacional de Biologia e Bioimagem (INBEB).

O evento contou com a presença de diversos profissionais da UFRJ e promoveu o encontro de laboratórios do CCS, a apresentação de seus trabalhos e pesquisas, já realizados em associação com outros laboratórios. Houve também a divulgação de pôsteres diversos com trabalhos realizados na UFRJ.

De acordo com a organização do evento, o Instituto tem a missão de “promover a interação e a interdisciplinaridade entre grupos de pesquisa nacionais com a criação e consolidação de uma infra-estrutura técnico-científica”.

A professora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), Jennifer Lowe, contou ao Olhar Vital sobre a interação de métodos e pesquisa no Brasil: “O evento é importante para o conhecimento de mais métodos e outras aplicações na metodologia. Além disso, temos a oportunidade de conhecer diferentes grupos, fusionar isso e entender os diferentes processos e de uma maneira mais ampla unir pessoas que sejam complementares”.

A pesquisadora falou também sobre sua experiência em relação a interação entre grupos de estudo: “Nós trabalhamos com fisiologia renal e os departamentos de bioimagem nos permitem alcançar, através de ressonâncias, informações mais precisas, como a ação de um medicamento, qual o processo da doença, se há uma obstrução renal”, explica.
 
Para Rossiana Vommaro, professora e pesquisadora do Laboratório de Ultraestrutura Celular da UFRJ (LUCHM), o encontro na verdade é uma oportunidade de relacionar os feitos dos laboratórios durante o ano: “esse encontro promove a multidisciplinaridade, além de possibilitar a apresentação de teses e trabalhos. É um estímulo à colaboração entre os laboratórios”, analisou.