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Eleonora Ziller assume a Faculdade de Letras

Segundo o reitor Aloisio Teixeira, nova diretora terá como meta integrar a unidade ao conjunto da universidade e constituir um projeto acadêmico e institucional.

 Foi ao som de prolongada salva de palmas que Eleonora Ziller assinou o termo de posse do cargo de diretora da Faculdade de Letras (FL/UFRJ), em cerimônia realizada na manhã desta quinta-feira (04/03), no auditório G1 da unidade.

Emocionada, Eleonora fez questão de agradecer nominalmente a docentes, familiares e colegas de trabalho que contribuíram, ao longo dos últimos 27 anos, para sua carreira na universidade. Em seu discurso, a professora destacou que a vitória nas eleições para a direção da FL/UFRJ se constituiu parte de um processo de mudança iniciado pelos chefes de departamento, em 2009. “Eles se reuniram em um movimento solidário para garantir mudanças e melhorias para a Letras. Demos forma a um desejo que transformou desgosto em força-motriz para a reedificação da nossa unidade”, sublinhou.

Eleonora Ziller apontou a confecção de um novo currículo e a correção nas grades horárias dos alunos de graduação como duas promessas de campanha que já foram iniciadas. Ela enfatizou ainda que a equipe de limpeza da unidade será ampliada e o estacionamento reaberto. “A tarefa é árdua, mas acredito que este seja um dos melhores momentos da Faculdade de Letras. Temos mais verbas, mais professores e mais funcionários. Estamos aprendendo a construir pontes entre nós. Serão dias de trabalho, mas de muita alegria também. Lembrando Guimarães Rosa: ‘Todo abismo é navegável a barquinhos de papel’”, disse.

O reitor Aloisio Teixeira deu as boas-vindas a Eleonora Ziller e lembrou que os desafios só poderão ser vencidos se o clima de festa da cerimônia de posse se traduzir em ação continuada nos próximos anos da gestão. Ele apontou também três metas a serem cumpridas pela nova direção: unir a Faculdade de Letras, aproximá-la das demais unidades da UFRJ e construir para ela um projeto acadêmico e institucional. “Precisamos reconceber o que é o ensino de Letras hoje no mundo”, aconselhou.