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Normalizadas as atividades de manutenção dos campi da UFRJ

Há até poucas semanas uma situação chamava a atenção de quem transita pela Cidade Universitária. A grama do campus, aparada com regularidade, estava alta, chamando atenção para a possibilidade de proliferação de animais e ocorrência de assaltos. A situação ocorreu devido ao vencimento do contrato com a empresa Rodocon, que realizava o serviço de manutenção externa e coleta de lixo dos campi da UFRJ. Agora, no entanto, a situação já está sendo normalizada.

Há até poucas semanas uma situação chamava a atenção de quem transita pela Cidade Universitária. A grama do campus, aparada com regularidade, estava alta, chamando a atenção para a possibilidade de proliferação de animais e ocorrência de assaltos. A situação ocorreu devido ao vencimento do contrato com a empresa Rodocon, que realizava o serviço de manutenção externa e coleta de lixo dos campi da UFRJ. Agora, no entanto, a situação já está sendo normalizada.

Harley Moura, assessor da Superintendência Geral de Administração e Finanças (SG-6), explica que houve um decurso de prazos, ou seja, a contratação de uma nova empresa acabou não sendo feita dentro do prazo determinado. “Não houve tempo hábil para que uma empresa a ser responsável pelos serviços de manutenção dos campi fosse contratada, até mesmo porque esse é um processo que deve ser feito com cuidado, e não de forma atropelada”, afirma Harley.

O processo de licitação para contratar novas empresas responsáveis pelas atividades de manutenção e coleta de lixo já está em curso. Enquanto isso, duas empresas já trabalham em caráter emergencial pelo período de 90 dias. A Ponta do Céu, responsável por capina e varredura, desde a semana passada trabalha para normalizar a situação nos campis. A empresa Locanty, por sua vez, que realiza coleta de lixo, também já está em operação.

Anteriormente, a empresa Rodocon realizava tanto as tarefas de recolhimento de lixo, como de manutenção externa. Após a licitação devem operar até quatro empresas dentro da UFRJ para a realização de tais atividades, que passam a se dividir em varrição, limpeza e retirada de resíduos; roçado e jardinagem; coleta de lixo extraordinário (comum); e recolhimento de lixo infectante.

Essa divisão que leva à contratação de pelo menos duas empresas traz um benefício econômico à universidade, devendo levar até mesmo a uma redução nos atuais gastos estimados em 10 milhões. “Além disso, ampliamos o leque de empresas que podem ser contratadas, já que para as atividades de poda de árvores e recolhimento de lixo infectante, as empresas precisam de uma documentação especial”, afirma Harley.

A estimativa é de que todo o processo de licitação e a entrada das novas empresas aconteçam em até 90 dias, quando acaba o contrato de emergência com as empresas Ponta do Céu e Locanty. Assim, até junho, a situação deve estar completamente regularizada.