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Benedita da Silva visita a UFRJ

Benedita  da Silva, secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, veio à UFRJ, nesta quarta-feira, participar do Seminário projeto de inclusão social – Vila residencial da UFRJ,  Centros Comunitários de Defesa da Cidadania, Centros de Referência da Juventude.

 Nessa quarta-feira, a UFRJ recebeu a ex-governadora Benedita da Silva, à frente da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) do Rio de Janeiro, para o seminário Projeto de Inclusão Social – Vila Residencial da UFRJ /  Centros Comunitários de Defesa da Cidadania / Centros de Referência da Juventude.

O evento, realizado no Salão Nobre do Centro de Ciências da Matemática e da Natureza (CCMN), debateu o fortalecimento da articulação entre as universidades e as diferentes esferas do poder público. Com destaque ao Convênio Geral de Cooperação Acadêmica e Intercâmbios Técnicos, Científicos e Culturais assinado entre a UFRJ e a SEASDH, no dia 7 de dezembro de 2007.

De acordo com Isabel de Azevedo, superintendente da Pró-Reitoria de Extensão (PR-5), o desafio da Pró-reitoria é articular a extensão universitária com as políticas públicas governamentais. Como exemplos de ação da PR-5, citou os diversos convênios assinados com numerosos ministérios e as 850 bolsas que a universidade concede aos estudantes que trabalham com extensão.

Em sua exposição, Benedita indicou que o SEASDH, por sua vez, busca complementar suas atividades com o conhecimento produzido por iniciativas prósperas como as da Vila Residencial da UFRJ. “Quando a universidade vai à comunidade e a comunidade vai à universidade, aí trabalhamos com a realidade; unimos a teoria à prática”, defende a secretária.

Nas palavras do reitor Aloísio Teixeira, a visita de Benedita à universidade, “nos concede um momento histórico. Permitindo retomar o fio da meada, que perdemos por diferentes motivos”. No caso, justamente, uma maior integração da universidade ao tecido social, tornando-a coesa com os anseios e demandas sociais.

Para o reitor, é preciso abrir a universidade à sociedade, para que o conjunto da juventude tenha o direito de acesso ao Ensino Superior. Aos reticentes, Aloísio afirma que não há evidência que o aporte maciço de jovens prejudique a qualidade das atividades acadêmicas e que a mesma não existe sem eficácia social. “Nos defrontamos com os muros da universidade e vimos que há todo um mundo além deles. O que nos permite ver isso é a extensão”, apregoa o reitor.