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Soltec comemora 5 anos com presença do ministro Patrus Ananias

Ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, estará presente ao evento que celebra os cinco anos do Núcleo de Solidariedade Técnica.

O Núcleo de Solidariedade Técnica (SOLTEC/UFRJ) comemora cinco anos de existência, na próxima quinta-feira. Neste dia (13 de março), será realizado “A Ufrj e o desenvolvimento social”. O evento discutirá como a universidade brasileira vem contribuindo para este campo do nosso país e como ela pode atuar de forma mais efetiva. Entre os convidados, o ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, que fará uma conferência ao lado do reitor Aloísio Teixeira a partir das 15h30.
 
O evento tem início às 13h30, no auditório do Bloco A, CT/ Fundão, e conta com o apoio da Prefeitura do Campus, da Escola Politécnica (POLI) e da Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia (COPPE).  Para o começo do debate, na mesa de abertura: o diretor da POLI, Erickson Almendra; o decano do CT, Walter Issamu Suemitsu; a pró-reitora de extensão, Laura Tavares, e o coordenador geral do SOLTEC, Sidney Lianza.
 
Soltec

Fundado em 13 de março de 2003, SOLTEC /UFRJ é fruto de uma mobilização de estudantes da Escola Politécnica da UFRJ envolvidos em projetos de promoção de direitos sociais, seja no Centro Acadêmico, seja na Empresa Júnior Fluxo Consultoria ou em grupos de pesquisa do Centro de Tecnologia.

A idéia inspiradora deste projeto nasceu do desejo manifestado por um estudante da Poli/UFRJ – desenvolvido em conjunto com um amigo – que ora integra a equipe que o elaborou. Desejavam criar uma ponte entre os estudantes e Organizações Não-Governamentais (ONGs) voltadas para a inclusão social. Esse sonho transformou-se numa força que propiciou reunir professores do Departamento de Engenharia Industrial (DEI) e estudantes de diversas habilitações, visando à construção desse projeto inovador.

O grupo identificou haver nos estudantes da Poli/UFRJ a vontade de fazerem parte da luta pela inclusão da população marginalizada do país, faltando, na maioria das vezes, apenas um impulso inicial para que isto se tornasse real. Concluiu-se que isso funcionaria mais adequadamente se houvesse um vínculo acadêmico, considerando o papel fundamental da ação dos universitários no desenvolvimento do país, como pressuposto básico da formação dos futuros profissionais. Partindo desta análise, este projeto, em sua essência, objetiva exercitar a cidadania e aprofundar a formação humanística dos estudantes de engenharia, num primeiro momento, e propondo-se, ao longo de seu desenvolvimento, abranger estudantes de todos os cursos da UFRJ.

A idéia evoluiu e com ela a decisão de se construir um núcleo no Centro de Tecnologia que propiciasse operações de apoio técnico a empreendimentos voltados para a inclusão social. Deste modo, já na graduação os alunos poderiam se envolver com comunidades, ajudando-as na elaboração, monitoramento e avaliação de projetos sociais, construindo assim um vínculo entre alunos das diversas habilitações, professores, departamentos e potenciais parceiros dentro e fora da Universidade.