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Museu Nacional abre exposição sobre importância dos meteoritos para vida na Terra

O Museu Nacional/UFRJ inaugura dia 3 de setembro (quinta), às 17 horas, a exposição Meteoritos – da gêneses ao apocalipse, que irá mostrar a importância destes fragmentos extraterrestres desde o surgimento da vida na Terra até a algumas extinções, como a dos dinossauros.

O Museu Nacional/UFRJ inaugura dia 3 de setembro (quinta), às 17 horas, a exposição METEORITOS – DA GÊNESE AO APOCALÍPSE que irá mostrar a importância destes fragmentos extraterrestres desde o surgimento da vida na Terra até a algumas extinções, como a dos dinossauros. A exposição pretende estimular uma reflexão sobre nossas origens e ao que o futuro nos reserva. O evento coincide com a abertura do VI Encontro Internacional de Meteoritos e Vulcões que acontece também no museu localizado na Quinta da Boa Vista, no Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro.

A exposição interativa terá peças da coleção do Museu Nacional/UFRJ, entre elas o meteorito Santa Luzia, onde o visitante poderá tocar e até mesmo sentar e, se quiser, tirar uma selfie. Mostrará, ainda, fragmentos do que possivelmente já foi solo de Marte, da Lua ou até do interior de asteroides, ensinará a identificar um meteorito de um “mentiorito” (objetos confundidos com meteoritos), além de apresentar conteúdos multimídias.
DA GÊNESE AO APOCALÍPSE aborda diversos aspectos do tema meteoritos: o que são, como são, de onde vieram e de como eles influenciaram na formação do sistema solar, na origem da vida, nas grandes extinções como a dos dinossauros, na evolução do homem e até mesmo das possibilidades de ser o “Armagedom” descrito no apocalipse.

Outro destaque da exposição é a adoração de meteoritos como divindades e objetos sagrados, a exemplo da pedra de Kaaba dos muçulmanos, ou as divindades Cibele, dos gregos, e Elagabal, dos sírios, pedras que caíram do céu e foram posteriormente associadas aos deuses e por fim as datas comemorativas da igreja católica, Pascoa e Natal.
Uma adaga Keris rara, da Indonésia, feita de meteorito também estará exposta. Na evolução da humanidade, o ferro meteorítico foi usado antes mesmo do domínio do ferro pela siderurgia (do latim sider = astro). Na antiguidade as melhores espadas eram feitas utilizando-se o ferro meteorítico.

No VI Encontro Internacional de Meteoritos e Vulcões o destaque é o pesquisador Klaus Keil, da Universidade do Havaí, um dos maiores cientistas planetários no estudo da meteorítica, que dará palestras também em Brasília, São Paulo, São José dos Campos, Salvador, Porto Alegre e Ouro Preto.
 
SERVIÇO
METEORITOS – DA GÊNESE AO APOCALÍPSE (Exposição Permanente)
Abertura – 3 de setembro de 2015 – às 17 horas
Museu Nacional/UFRJ
Quinta da Boa Vista – Bairro Imperial de São Cristóvão – Rio de Janeiro
Aberto de terça a domingo das 10 às 17 horas, e segundas das 12 às 17 horas
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)
Gratuidade: crianças até 5 anos e portadores de necessidades especiais
Telefone: 21 3938-6900
www.museunacional.ufrj.br