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Fissuras não oferecem risco ao Hospital Universitário

Após 108 dias de monitoramento das fissuras e juntas de dilatação de setores do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), um parecer técnico, expedido pelo engenheiro Ernani Diaz, professor da UFRJ, no dia 10/9, constatou que elas não oferecem risco e não são capazes de alterar a rotina de funcionamento do hospital.

Após 108 dias de monitoramento das fissuras e juntas de dilatação de setores do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), um parecer técnico, expedido pelo engenheiro Ernani Diaz, professor da UFRJ, no dia 10/9, constatou que elas não oferecem risco e não são capazes de alterar a rotina de funcionamento do hospital.

Outra avaliação, feita em 17/6 por engenheiros do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe–UFRJ), também concluiu que não há risco de desabamento e destaca que “a situação apontada pelo laudo anterior, nas juntas vistoriadas, não indica nenhum sintoma de patologia estrutural relevante”.

O HUCFF passa por nova vistoria nesta terça-feira, 4/10, feita por engenheiros da Coppe e do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ).

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) é o maior hospital do Rio de Janeiro em volume de consultas, principalmente em ambulatórios especializados em alta complexidade. Por ser um prédio antigo, com histórico recente de implosão da parte nunca utilizada (Ala Sul), em dezembro de 2010, o surgimento de alterações estruturais (fissuras) e o aumento do espaço da junta de dilatação foram considerados normais.

A assessoria de imprensa do hospital informa ainda que a região é monitorada diariamente e o hospital tem sua rotina mantida. Semanalmente, os funcionários são comunicados sobre o andamento das obras estruturais.