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Concertos da UFRJ na rádio Roquette Pinto

Um programa imperdível dos fins de noite de verão é ouvir os concertos da Escola de Música (EM) da UFRJ na rádio Roquette Pinto (94,1 fm), todas as segundas-feiras de janeiro, a partir das 22h.

Um programa imperdível dos fins de noite de verão é ouvir os concertos da Escola de Música (EM) da UFRJ na rádio Roquette Pinto  (94,1 fm). Todas as segundas-feiras de janeiro, a partir das 22 horas, são apresentadas versões de músicas consagradas de forma tradicionais ou exclusivas, que foram gravadas ao vivo com os talentos da universidade.

O professor André Cardoso, diretor da EM/UFRJ e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ, é quem apresenta os concertos.

Programação:

Dia 10/01 – Grandes mestres da Escola de Música III: César Guerra-Peixe

Programa dedicado a César Guerra-Peixe (1914-1993),  compositor petropolitano que juntou música de concerto e música popular numa obra de personalidade que o alçou à posição de um dos grandes nomes do nacionalismo musical brasileiro.

1. Suíte para orquestra de cordas (1949) com a Orquestra Sinfônica Nacional e a regência de Guido Mansuino. Movimentos: Maracatu, Pregão, Modinha e Frevo.

2. Ponteado (1955) com a Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina e a regência de Norton Morozowicz.

3. Cânticos Serranos no4 (1976) sobre textos do poeta Raul de Leoni (“Prudência” e “Vivendo”) na interpretação do barítono Inácio de Nonno e da pianista Laís Figueiró.

4. Série Xavante para coro a capella (1972) com o Madrigal Renascentista e a direção de Afrânio Lacerda.

5. Concertino para violino e orquestra de câmara (1972) com o violinista Ricardo Amado, a Orquestra Experimental da Universidade Federal de Ouro Preto e a regência de Silvio Viegas.

6. Roda de Amigos (1979) com Curt Schroeter (flauta), Martin Schuring (oboé), José Botelho (clarineta) e Aloysio Fagerlande (fagote), a Orquestra do 16o Festival de Música de Londrina e a regência de Norton Morozowicz.

Dia 17/01 – A quatro mãos

Programa dedicado ao repertório para piano a quatro mãos, formação camerística que ganhou impulso na segunda metade do século XVIII e que se firmou durante o século XIX a partir do desenvolvimento técnico e aumento na extensão do instrumento.

1. Franz SCHUBERT (1797-1828) – Fantasia em Fá menor D. 940 com o Duo Kontarsky, formado pelos irmãos Alfons e Aloys Kontarsky.

2. Gabriel FAURÉE (1845-1924) – Suite Dolly op. 56, em seis pequenos movimentos, com o Duo formado por Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini.

3. Maurice RAVEL (1876-1946) – Suite “Ma Mère l`oye” (Mamãe Ganso)  em cinco movimentos (“Pavana da Bela Adormecida”; “O pequeno Polegar”; “A Imperatriz dos pagodes”; “Conversas entre a Bela e a Fera” e “Jardim Feérico”) com o Duo Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini.

4. Ronaldo MIRANDA (1948) – “Tango” com o Duo Bretas/Kevorkian formado pelas pianistas Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian.

Dia 24 de janeiro – Música de Câmara

A música de câmara é um dos gêneros mais importantes na música de concerto e requer do músico que a pratica, além do amplo domínio de seu instrumento, uma interação completa com os demais integrantes do conjunto, seja um duo até as formações camerísticas mais numerosas.

1. Joseph HAYDN (1732-1809) – Trio em sol maior “Cigano” para violino, violoncelo e piano H. XV no 25 com o Trio Beaux Arts.

2. Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959) – Sexteto Místico com Antônio Carlos Carrasqueira na flauta, Luis Carlos Justi no oboé, Dilson Florêncio no saxofone, Cristina Braga na harpa, Maria Teresa Madeira na celesta e Turíbio Santos no violão.
 
3. José VIEIRA BRANDÃO (1911-2002) – Duo para oboé e violoncelo com James Ryon (oboé) e Regina Mushabac (violoncelo).

4. Francis POULENC (1899-1963) – Sexteto para piano, flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa com Pascal Roge (piano), Patrick Galois (flauta), Maurice Bourgue (oboé), Michael Portal (clarineta), Amaury Wallez (fagote) e André Cazalet (trompa).

Dia 31 de janeiro – Ópera Dido e Enéas

Abertura da série de óperas que irão ao ar todas as segunda-feiras a partir deste mês. A primeira delas será a barroca Dido e Enéas, do compositor inglês Henry Purcell (1659-1695). A versão será dos seguintes intérpretes: Ann Murray no papel de Dido, Anton Schartinger como Enéas, Rachel Yakar como Belinda, Trundeliese Schmidt como Feiticeira, Elisabeth von Magnus e Helrun Gardow como as Bruxas, Paul Esswood como Espírito, Josef Köstlinger como Marinheiro, o Coro Arnold Schoenberg dirigido por Erwin Ortner, o Concentus Musicus de Viena e a regência de Nikolaus Harnoncourt.