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Fórum de Extensão defende mudanças

Na sexta-feira, dia 8 de outubro, o auditório do Roxinho, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN/UFRJ) abrigou o 7º Congresso de Extensão da UFRJ.

Na sexta-feira, dia 8 de outubro, o auditório do Roxinho, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN/UFRJ) abrigou o 7º Congresso de Extensão da UFRJ. “A ideia dessa apresentação é de realizar dois grandes objetivos: fazer uma síntese do balanço das ações de extensão da UFRJ, e realizar propostas do futuro da extensão na universidade” disse Laura Tavares, pró-reitora de extensão (PR-5).

Entre os muitos avanços listados pela pró-reitora, está a implantação e ampliação do Programa de Bolsas PIBEX. O programa duplicou o número de bolsas concedidas pela Universidade chegando a 1.000 beneficiados, entre eles 700 bolsas de extensão e 300 bolsas por convênios. Laura citou os 15 programas e 300 projetos realizados como grandes ganhos, mas disse não condizer com o tamanho da UFRJ, que abriga por volta de 40.000 estudantes.

Além disso, a criação do Fórum de Extensão da UFRJ, a criação da série (Re)conhecendo a UFRJ, a ampliação e fortalecimento dos Cursos Pré-Universitários e o apoio às iniciativas de popularização da ciência e de atividades culturais e desportivas, foram marcos da gestão de Laura. No entanto, a própria pró-reitora citou a criação de um Portal de Extensão e de uma Revista de Extensão como objetivos que, infelizmente, não pode realizar.

Após a apresentação das conquistas alcançadas, foram apresentadas as teses que regem os novos desafios que a Extensão pretende trilhar na universidade. A primeira delas é a institucionalização da Extensão no colegiado superior da UFRJ, propondo a criação de um Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) unificado, com Câmaras de Ensino de Graduação, de Ensino de Pós-Graduação, Pesquisa e de Extensão.

Dentre as propostas apresentadas no Fórum, estão: universalizar a integralização da extensão nos currículos, integralizando as atividades de extensão como créditos curriculares; institucionalizar o financiamento da extensão nos concursos e progressões para docentes e técnicos administrativos; e fortalecer e ampliar os mecanismos institucionais de articulação entre as ações de extensão da UFRJ com políticas públicas, municipais, estaduais e federais.

A pró-reitora reconheceu que foram muitas as conquistas, mas que não são suficientes para uma universidade com o porte da UFRJ, que visa à constante melhoria na qualificação de seus estudantes. “Construímos um patamar de um sistema de extensão, que precisamos fortalecer e ampliar” concluiu Laura.