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Prêmio Jovem Cientista

Atual edição, que tem como tema “Energia e Meio Ambiente: Soluções para o Futuro”, desafia estudantes e pesquisadores a apresentarem projetos que reduzam os impactos ambientais causados pelo consumo de energia.

Estão abertas, até 30 de junho, as inscrições para o 24º Prêmio Jovem Cientista. A premiação, reconhecida como uma das mais importantes da América Latina, é uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Gerdau e a Fundação Roberto Marinho (FRM).
 
A atual edição, que tem como tema “Energia e Meio Ambiente: Soluções para o Futuro”, desafia estudantes e pesquisadores a apresentarem projetos que reduzam os impactos ambientais causados pelo consumo de energia.  O objetivo é desenvolver o uso de fontes alternativas, estimulando sua produção e consumo sustentável.
 
Serão premiadas cinco categorias: Graduado, Estudante de Ensino Superior, Estudante de Ensino Médio, Orientador e Mérito Institucional. Haverá ainda menção honrosa ao pesquisador-doutor que tenha se destacado na área relacionada ao tema do prêmio.
 
Criado em 1981, o Prêmio Jovem Cientista é entregue pelo presidente da República, em cerimônia que conta com a presença de autoridades governamentais da área de Ciência e Tecnologia, além de importantes nomes da ciência brasileira. Serão distribuídos R$ 150 mil em prêmios. Os três primeiros colocados das categorias Graduado, Estudante de Ensino Superior e Estudante de Ensino Médio poderão receber bolsas do CNPq, caso atendam aos critérios normativos do Conselho. Os primeiros colocados dessas categorias participarão da reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2010, na qual poderão expor suas pesquisas. Abaixo estão relacionadas as linhas de pesquisa para as categorias Graduado e Estudante de Nível Superior.
 
O regulamento do prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do concurso
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 – Fontes alternativas de energias não poluentes, exploração racional de recursos energéticos (biomassa, carvão mineral, petróleo);
 
– Impacto socioambiental da geração de energia hidroelétrica e da produção de biocombustíveis;
 
– Controle da emissão de poluentes e efeito estufa no setor energético, edificações inteligentes (uso racional de energia e recursos naturais);
 
– Eficiência das diferentes fontes de energia, uso de sistemas isolados para geração de energia elétrica;
 
– Ampliação e eficiência do uso de fontes renováveis de energia, produção sustentável de biodiesel;
 
– Tecnologias energéticas apropriadas a pequenos produtores rurais e com unidades isoladas e impactos da geração de energia nos recursos biológicos e na biodiversidade.