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Ações contra a dengue na Cidade Universitária

Em meio à epidemia de Dengue que assola a população carioca, já confirmados mais de 45 mil casos até o momento, a prefeitura da ilha da Cidade Universitária, no Fundão esclarece como vem tentando proteger os estudantes, professores e freqüentadores do local.

 Em meio à epidemia de Dengue que assola a população carioca, já confirmados mais de 45 mil casos até o momento, a prefeitura da ilha da Cidade Universitária, no Fundão esclarece como vem tentando proteger os estudantes, professores e freqüentadores do local.

– Existe um Grupo de Trabalho que atua desde 2006, principalmente em ações de educação e prevenção do mosquito, promovendo eventos como o “Simpósio do dia ‘D’ da Dengue na UFRJ” e o “PAN sem Dengue” -, apontou o prefeito Hélio de Mattos.

O primeiro foi realizado em novembro de 2007, contando com nomes como os dos virologistas Maulori Curié Cabral e Maria Isabel Madeira Liberto, visando educar e conscientizar as pessoas quanto ao mosquito, à doença e os métodos de prevenção. Já no segundo, em julho de 2007, a Comissão visitou a vila Residencial, distribuindo material educativo para os moradores.

No entanto, o projeto de combate ao mosquito transmissor Aedes aegypti não se restringe à teoria. Em relação às ações preventivas do surgimento de vetores, a Seção de Limpeza Urbana responsabiliza-se pela execução de podas de manutenção, prevenção, remoção de entulhos do campus e unidades isoladas.

Segundo o prefeito, a UFRJ gasta anualmente R$ 8 milhões com estas ações, acredita-se que a limpeza das principais ruas e avenidas seja medida eficaz na ação contra esses vetores.

Inseridos nestas funções, estão a realização dos serviços e varrição de lixo das vias públicas e pontos de ônibus e da limpeza de bueiros ao longo das vias, tal qual a roçada e podas em áreas determinadas com funcionários da Prefeitura Universitária e a coleta do lixo das papeleiras distribuídas no campus. O entulho produzido por firmas contratadas, ainda está a cargo das mesmas, futuramente devem ser incluídas no cronograma de obra da própria Unidade, com previsão de remoção para vazadouros externos ao campus.

Outra postura significativa e eficaz apresentou-se quando a prefeitura aterrou quatro antigos poços de elevadores instalados no prédio anexo (perna seca) ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), que acumulavam grandes quantidades de água parada e também, representavam risco de acidentes. Para tanto, foram necessários 15 caminhões de aterro.

Uma última medida que merece ser destacada foi realizada no prédio da Escola de Belas Artes (EBA). O grupo de trabalho de combate à dengue na UFRJ destruiu três caixas d’água abandonadas em um galpão da EBA, que apresentavam grande potencial para criadouro do mosquito transmissor.
– Quando há alguma denúncia de focos do mosquito, recomendamos ligar para o Disque DENGUE (2562-6698) e alertamos para que o decano de cada unidade – com possibilidade de ter vetores – ou a Prefeitura Universitária sejam comunicados para ações imediatas -, alertou, por fim, Hélio de Mattos.

Leia mais na edição do Olhar Vital dessa semana.