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Memória

Campanha Nacional pelo uso racional de medicamentos

A Campanha Nacional pelo uso correto de medicamentos surgiu a partir de um esforço do Movimento dos Estudantes de Farmácia e, em Maio de 2007, completou sua 9ª edição. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), assim como nas demais instituições do país, o evento foi de responsabilidade do Centro Acadêmico de Farmácia (CAFar), do qual participam os estudantes Marcio Danelon, Paula Pimenta, Lívia Lima e Márcia dos Angeles. 

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A Campanha Nacional pelo uso correto de medicamentos surgiu a partir de um esforço do Movimento dos Estudantes de Farmácia e, em Maio de 2007, completou sua 9ª edição. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), assim como nas demais instituições do país, o evento foi de responsabilidade do Centro Acadêmico de Farmácia (CAFar), do qual participam os estudantes Marcio Danelon, Paula Pimenta, Lívia Lima e Márcia dos Angeles. 

– Inicialmente, o objetivo era divulgar a profissão, mas à medida que percebemos o uso racional dos medicamentos, incorporamos essa causa na campanha para informar sobre os caminhos certos no uso de produtos farmacêuticos – explica Márcia. E completa dizendo que, este ano, os estudantes receberam apoio do Conselho Nacional de Farmácia do Rio de Janeiro, da Prefeitura Universitária e da Faculdade de Farmácia da UFRJ. Foram auxiliados na instituição por Maria Isabel Sampaio do Santos, coordenadora do curso, por Vera Lúcia Luiza, do Núcleo de Assistência Farmacêutica, que realizou uma palestra de treinamento aos estudantes que participaram da campanha, e por Jorge Fernando, professor dos calouros, os principais envolvidos no movimento que reuniu aproximadamente 60 graduandos.

Os estudantes se organizaram próximo ao Teatro Municipal, na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro e abordaram aqueles que passavam, distribuindo folhetos explicativos a respeito do acesso a medicamentos como um direito à saúde que deve ser reivindicado e orientando para o uso racional destes medicamentos. Além disso, era feito um breve questionário para descobrir como, em geral, a população se comporta com os produtos farmacêuticos, por exemplo, se lêem a bula, o quanto gastam em remédios e se respeitam as recomendações médicas.

A reação na rua foi positiva. A maioria dos entrevistados reconheceu a iniciativa como necessária, uma vez que esclarece detalhes que a população geralmente ignora. “Muitos pensam que o auto-medicamento é inofensivo, mas estes estudantes mostram que há riscos e que eles podem ser graves”, opina Maria José, uma das abordadas durante a campanha.