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No ar a WEBTV da UFRJ

A partir de hoje,  dia 2 de maio, a UFRJ disponibilizará mais um canal de divulgação de notícias, de debates e das pesquisas acadêmicas desenvolvidas pela instituição: a WEBTV da UFRJ. O projeto, idealizado e produzido pela Divisão de Audiovisuais e Multimídias da Coordenadoria de Comunicação (CoordCOM) com o apoio do Núcleo de Computação Eletrônica (NCE), pretende aliar informação, entretenimento e agilidade, experimentando, no meio digital, novas linguagens e formatos televisivos.

 A partir do dia 2 de maio, a UFRJ disponibiliza mais um canal de divulgação de notícias, de debates e das pesquisas acadêmicas desenvolvidas pela instituição: a WEBTV da UFRJ. O projeto, idealizado e produzido pela Divisão de Audiovisuais e Multimídias da Coordenadoria de Comunicação (CoordCOM) com o apoio do Núcleo de Computação Eletrônica (NCE), pretende aliar informação, entretenimento e agilidade, experimentando, no meio digital, novas linguagens e formatos televisivos.

A TV online, disponível no link www.webtv.ufrj.br, terá uma grade de programação, dividida em 9 faixas temáticas, que, além de debater questões pertinentes à atualidade, funcionará também como difusora do conhecimento científico. O canal de WEBTV universitário trará ainda transmissões ao vivo de eventos e uma revista eletrônica semanal, com duração de 12 minutos e com linguagem e dinâmica apropriadas para a Internet.

Para Sérgio Duque Estrada, coordenador do projeto, a maior vantagem da WEBTV da UFRJ é a interatividade que ela proporcionará ao espectador: “Ela é um canal interativo. Ainda não atingiu sua plenitude hoje, mas, em breve, o usuário poderá interferir na programação. Mesmo com a programação normal rodando, ele poderá assistir a um outro programa que lhe interesse mais. Para isso, bastará que ele clique no ícone desejado; um frame da matéria se abrirá, e um breve resumo do que é o programa será descrito”, explica.

Os usuários poderão acessar também o conteúdo, apurado para produzir as matérias, que não foi ao ar: “Isso permitirá aos internautas aprofundar o tema e a realidade colocada na reportagem, facilitando a pesquisa e o aprofundamento das discussões A pessoa tem não só a possibilidade de assistir como também de saber mais sobre aquele assunto, ela poderá conferir os dados das reportagens, o que dá consistência à programação que está sendo veiculada”, esclarece Sérgio Duque Estrada.

Trabalhando com uma qualidade de vídeo superior a de sites com propostas semelhantes e com um sistema de carregamento de vídeos que reduz ao mínimo os problemas de congelamento de imagens durante a execução do arquivo, a WEBTV da UFRJ adota tecnologia open source e não softwares proprietários.

Veículo de divulgação para pesquisadores e alunos

No dia 2 de maio, apenas reportagens produzidas pela Coordenadoria de Comunicação da UFRJ serão veiculadas pela WEBTV, mas o projeto contempla uma faixa de programação, denominada Experimental, na qual professores e alunos poderão inserir e divulgar seus vídeos. Unidades, que até então não dispunham de meios para a publicação de trabalhos, terão a chance de torná-los, na medida do possível, disponíveis para o mundo inteiro.

A Escola de Belas Artes (EBA), por exemplo, há três anos, criou o Laboratório da Imagem de Vídeo Experimental, um centro de produção de vídeos utilizado por professores e por alunos da Graduação e da Pós-graduação. A distribuição do material, no entanto, era de responsabilidade dos produtores e, muitas vezes, ficava restrita à própria unidade. “Com a WEBTV, teremos a chance de disponibilizar nosso trabalho para toda a comunidade acadêmica. Ela será um importante canal de exibição e distribuição, além de ser também um estímulo à produção, já que será muito mais fácil acessar o material pela Internet”, avalia Carlos Azambuja, docente da Escola.

O Museu Nacional, que, em 2006, ganhou o Festival Internacional de Filme Científico, possui uma extensa e diversificada produção cinematográfica, com vídeos veiculados por diversos canais de televisão aberta e por assinatura, e é uma das poucas unidades que podem, através das exposições que atraem cerca de 300 mil pessoas anualmente, mostrar à sociedade seu trabalho. Para Sérgio Azevedo, diretor da unidade, entretanto, a iniciativa de uma TV online oferece o diferencial do alcance de que o meio digital dispõe: “A vontade de divulgar é sempre bem-vinda. Para o Museu, a WEBTV será uma vitrine para fora dos limites institucionais; não vai substituir a visita física, mas é um meio de atrair mais pessoas”, observa.

Já na Escola de Comunicação (ECO), que veicula os vídeos produzidos pelos estudantes no ECOMostra, exposição dos projetos experimentais de fim de curso, e no TJ.UFRJ, telejornal sediado na Internet, o setor de Extensão busca auxiliar na divulgação dos eventos, mas questões relacionadas à estrutura e a recursos impedem uma promoção mais ampla do material: “É preciso que a universidade disponibilize o máximo de material de todos os tipos. É um modo essencial de democratizar conhecimento e arte. Do ponto de vista do audiovisual, é preciso que o material produzido seja disponibilizado o mais amplamente possível – são linguagens, temáticas e propostas que fogem em grande parte do padrão homogeneizante da grande mídia e não encontram muitos outros espaços de divulgação. Por isso, um canal de divulgação a mais, como a WEBTV, é sempre bem vindo”, enfatiza Fernando Fragozo, vice-diretor da unidade.

Para acessar a webTV UFRJ, clique aqui.