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Memória

Mulher: pelo fim do preconceito de gênero!

Em 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de Nova Iorque iniciaram uma greve, reivindicando a redução da jornada de trabalho de mais de 16 horas para 10 horas. Estas mulheres, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram trancadas na fábrica onde trabalhavam. Cerca de 130 operárias, que ficaram presas no local, morreram em um incêndio criminoso.Depois de 53 anos do ocorrido em Nova Iorque, em 1910, na Dinamarca, aconteceu uma conferência internacional de mulheres, na qual ficou instituída que o dia 8 de março seria o dia internacional da mulher.

A Divisão de Audiovisual da Coordenadoria de Comunicação da UFRJ conversou com as professoras Ludmila Fontenelle e Luciana Zucco, do Núcleo de Reprodução, da Escola de Serviço Social, sobre a luta das mulheres contra o preconceito de gênero, que ainda é muito forte na sociedade contemporânea. 

 

Em 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de Nova Iorque iniciaram uma greve, reivindicando a redução da jornada de trabalho de mais de 16 horas para 10 horas. Estas mulheres, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram trancadas na fábrica onde trabalhavam. Cerca de 130 operárias, que ficaram presas no local, morreram em um incêndio criminoso.Depois de 53 anos do ocorrido em Nova Iorque, em 1910, na Dinamarca, aconteceu uma conferência internacional de mulheres, na qual ficou instituída que o dia 8 de março seria o dia internacional da mulher.

A Divisão de Audiovisual da Coordenadoria de Comunicação da UFRJ conversou com as professoras Ludmila Fontenelle e Luciana Zucco, do Núcleo de Reprodução, da Escola de Serviço Social, sobre a luta das mulheres contra o preconceito de gênero, que ainda é muito forte na sociedade contemporânea.
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