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Estudantes protestam para acelerar as obras do “bandejão”

A sessão do Conselho Universitário (Consuni), da última quinta-feira, dia 9/11, foi interrompida para rediscutir os prazos da construção do restaurante universitário na UFRJ. Cerca de 200 estudantes ocuparam o plenário exigindo o início imediato das obras do “bandejão”, que se espera ver funcionando no 1º semestre de 2007. O reitor e os conselheiros classificaram a manifestação como legítima, mas expuseram a impossibilidade de cumprir o prazo reivindicado por motivos técnicos e legais. As obras de terraplanagem e das fundações começam até 15 de dezembro deste ano. Além disso, serão estudadas o enxugamento do cronograma e alternativas de se servir alimentação, enquanto o “bandejão” não fica pronto.

 A sessão do Conselho Universitário (Consuni), da última quinta-feira, dia 9/11, foi interrompida para rediscutir os prazos da construção do restaurante universitário na UFRJ. Cerca de 200 estudantes ocuparam o plenário exigindo o início imediato das obras do “bandejão”, que se espera ver funcionando no 1º semestre de 2007. O reitor e os conselheiros classificaram a manifestação como legítima, mas expuseram a impossibilidade de cumprir o prazo reivindicado por motivos técnicos e legais. As obras de terraplanagem e das fundações começam até 15 de dezembro deste ano. Além disso, serão estudadas o enxugamento do cronograma e alternativas de se servir alimentação, enquanto o “bandejão” não fica pronto.

O reitor Aloísio Teixeira relembrou o conceito do restaurante universitário, orçado em R$ 6 milhões – verba que virá de um convênio com o Banco do Brasil – a ser construído ao lado da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD), na Ilha do Fundão. “A gente não quer construir um galpão apenas para servir comida. Nós queremos uma solução duradoura que fique enraizada na consciência universitária. Para que não se repita o que fizeram há 15 anos, quando não houve nenhuma resistência efetiva contra o fim dos bandejões”, ressaltou o reitor, que ainda sugeriu uma audiência pública para debater o assunto.
 
O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Carlos Levi, expôs os detalhes técnicos e as estimativas do cronograma, que prevêem o funcionamento do restaurante ao final de 2007 ou no primeiro semestre de 2008.